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E…

Olhos cerrados!

Lágrimas e um sentimento que nunca

A lua, já sumida, molhav com sua luz minha noite

a fogueira de vozes que me fazia realizar a vida defícil que transformamos

ser lagoa com pés que dançam ao redor

e vozes que me cantam não sei de onte.

 

À distância, via minha companheira e criança

seres que amo desde já

Anel?

somos.

Os deuses abençoam o que hemos de encontrar

a vagar prum lar que encontraremos

e somos.

 

Feliz, temeroso, novidades, Jurubeba, Amanda, digna de ser amada, e é.

José

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O parque e o mutirão

Bom dia pra quem é de bom dia e por aí vai…

Ontem (05/05), mais uma vez, os amantes do parque se juntaram por não mais que duas horas para cuidar do Parque de Capim Macio. Um mutirão de limpeza (APENAS!-?) impressionante. Só o fato de limpar o ambiente já melhora seu astral, não é? Tirar papéis, plásticos, embalagens de quentinha, garrafas pet, copos descartáveis, scanners (pasmem!!), lixos residenciais e por aí vai… Uma das razões pelas quais o parque não é desfrutado pelas pessoas.

Encontramos (quatro amantes do parque) materiais profissionais e pessoais do professor Jairo dos Santos Cardoso. Provas, listas de chamadas, contracheques, contas da CAERN, tudo em nome deste professor. Prezado JAIRO DOS SANTOS CARDOSO, se o senhor não jogou o lixo no parque, cuidado com o destino de seus resíduos para que eles não se transformem em lixo nos parques, praças, ruas…

ANTES

DEPOIS

Se você tem um scanner que não usa mais porque está quebrado, onde jogaria? No parque? Existem projetos que podem recuperar o chamado “lixo digital”. Inteire-se dos projetos na cidade de Natal. Caso não tenham mais conserto, procure um local adequado para descartar equipamentos eletro-eletrônicos.

SCANNERS?

Algumas pessoas não se contentam e jogam lixo de suas casas no parque. Cogitamos a possibilidade do feriado do dia do Trabalho, quando a coleta de lixo não passou, acumulando o resíduo de muita gente. Mas daí a colocar no parque, porque as pessoas são, não desculpem a expressão, nojentas, imundas e irresponsáveis com seus resíduos, é demais!! Comida estragada, frutas, fraldas descartáveis, latas de refrigerante, tudo que uma família não precisa fazer. Conheça uma pessoa pelo seu lixo! Essas eu não queria conhecer. Pelo menos naquele dia!

Indignação!

Diante da tristeza de vermos vestígios de comportamentos e atitudes que não condizem mais com o contexto urbano, natural e necessário para uma vida com mais qualidade, tivemos uma função nobre de melhora do ambiente. Somos felizes em fazer o parque ficar feliz, sem sujeira dos outros. Não vemos problemas em limpar nosso quintal, que pode ser de qualquer um. Cuidemos dos espaços urbanos, pois nós andamos por eles para realizar nossas necessidades de envolvimento com outra realidade, aquela da rua, que precisa ser tomado como um espaço de vivência e não só de passagem.

Mais mutirões acontecerão. Fique por dentro.

Abraços

Permissão

Presenciado em boa companhia nas rampas do metrô do Terminal Integrado de Passageiros – TIP, Pernambuco.

O dia de não fazer nada

Imaginem um dia de vagabundos! Dia que as pessoas não fazem nada… Esse dia poderia ser o domingão, né?!!?
Tanta coisa legal na televevisão, mulheres dançando, crianças sendo usadas como bonecos, marionetes de um show de horrores, mas nas ruas, nada pra fazer. Vamos aos shoppings comprar nossa felicidade! É mais interessante que respirar o ar DES-condicionado das ruas.

Dia 04/03, último domingo, eu e mais uma dúzia de vagabundos (iluminados) fomos à Praça do Derby (Recife-PE) pedalar, pintar placas (feitas em Vinil), camisas, conversar sobre as cidades, a vida, conhecer novas pessoas, tudo isso com o propósito de lembrar que podemos transformar os espaços públicos em lugares, a partir do momento que damos nossas caras às ruas. Não é fazer a rua ser “minha”, mas proporcionar vida, uma extensão de nossa casa pelos lugares que passo (passamos). Todos nós podemos fazer isso!

As placas das quais falei aantes foram fixadas no Parque Treze de Maio e na Avenida Rosa e Silva (roteiro), depois que duas equipes de pessoas lindas decidiram partir para o abraço nas ruas da cidade do Recife.

By Anderson Freire

Nesse dia, contabilizo 50 Km rodados em bicicleta. Depois de uma descida desde Aldeia (Camaragibe), entrar em contato com essas pessoas e resgatar o ativismo pela mudança me fez muito mais alerta e feliz. Isso, para alguns, é fazer nada ou não ter nada pra fazer… Hein? Já pensaram se todos fizessem um tiquin de coisas desse tipo? Se nos jogássemos nas cidades, colorindo suas ruas, modificando sistemas e contribuindo para um mundo melhor!

Poderíamos sonhar mais com os olhos acordados, visualizando uma realidade mais distorcida, mas pelas nossas próprias mãos. Seria um tal de proporcionar à nossa imaginação mais momentos de muita ludicidez!

Não vamos deixar que o movimento por outras causas se percam no discurso daqueles que pensam que nada estamos fazendo.

Avante! Para cima, para baixo, para frente, para trás, todos os caminhos podem contribuir, contanto que se saia da “mesmice”, do discurso redondo.

 

Mais um domingo no Parque

Fazer da rua a nossa casa.

Pois é, gente linda do mundão. Domingo último ocorreu mais uma grande confraternização no Parque de Capim Macio (Natal-RN). Foi o dia e a tarde e a noite do Brechó de Natal do Parque. Momentos maravilhosos que já se manifestavam dentro de quem vivencia o espaço antes mesmo de acontecer de fato.

Levamos nossas coisas, produtos, amores, espíritos, músicas, sorrisos e mais, como mais uma forma de viver um espaço de convivência diverso. Maravilhoso para compartilhar momentos mágicos de danças circulares e conhecer mais pessoas lindas em Natal.

O parque é de todos! A rua é de todos. Faça da rua a sua casa. Desfrutemos dos espaços abertos (praças, parques, praia, rua, por que não terrenos baldios com plantações, e mais), pois esses são nossos jardins e quintais.

O brechó ocorreu com muito primor, muito capricho e cuidado. Pessoas que amam a natureza da natureza estavam ali, trocando artefatos que não lhes eram mais úteis, vendendo artesanato, comida, livros, roupas, pedras e toda a sorte de lindezas de coração.

A quantidade de gente!! Não sei, mas acho que, no Parque, eu não lembro de ter visto. O aniversário de três anos foi lindo, e o Brechó tanto quanto.

Feliz por fazer parte e por dividir com todos!

“A terra é a mãe de todos nós

sagrada é a terra

a terra é a mãe de todos nós.”

Que venham as próximas festividades no Parque de Capim Macio, esse lugar que não está abandonado, mas amado e vivendo, pulsando…

Aula com Bauman

Vamos passear no parque…

Ação dos 150 corações no dia 16 de Outubro de 2011! Feliz em fazer parte dessa nação que quer mudar a maneira como o mundo é visto, agindo.

Pessoas se reúnem e fazem o bem ao ambiente e às pessoas, pois o mundo é o quintal de casa. Estamos aí para andar e aprender a ver a natureza em qualquer lugar, principalmente nas cidades, que estão cada vez mais estéreis. Que façamos mais corredores verdes e tenhamos ambientes urbanos mais felizes e saudáveis.

No Parque de Capim Macio tem CUIDADO?

Tem, sim senhor!

No Parque de Capim Macio tem FAMÍLIA?

Tem, sim senhor!

No Parque de Capim Macio tem CORAÇÃO e GRATIDÃO no ipê?

Tem, sim senhor!

Algo mais acontecerá.

Aguardem!