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A vida pede passagem

E, se nas ruas houvesse menos velocidade?
Transportes em escala genuinamente humana, os quais não estamos encaixotados como sardinhas, mas nos fazem sentir como “reis”.
Nas cidades, uma boa parcela das pessoas tem arma, poder de tirar vidas, mudar vidas e não sabe!
Precisamos de janelas que nos mostrem outros horizontes. Janelas de sorrisos e lógica da vida. Sem guerra armada diária.


Menos violência no trânsito!
A vida pede passagem.

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Pedalada pro futuro

Como queremos nossas cidades?!

Carro ou bici?

O danado é que ainda se perguntam…

Ovo ou Galinha?

atenção

Dia Mundial Sem Carro

Acidente?

Imagina quantos carros há no Brasil?

São aproximadamente 65 milhões de veículos nas ruas e o incremento em 10 anos foi de 119%. 119%? Será que temos área o suficiente para colocar carros nas ruas? E se fôssemos compensar esse impacto ambiental, quanto de área seria necessário? Coletar o CO2 emitido por esta frota exige uma área 11 vezes maior que a mata atlântica atual. O que é pouco, pois é uma das áreas críticas para conservação, com espécies endêmicas de importância incalculável para a economia que conhecemos hoje em dia.

Que tipo de acidente é esse? São dois tipos que vejo no momento, mas existem mais. O de grande escala, que coloca a arma veículo como um destruidor de qualidade de vida em termos globais, acrescentando mais Carbono na atmosfera desde a sua produção, sucateando áreas verdes nas cidades por conta de vias e autoestradas que precisam ser construídas e a saúde nos centros urbanos brasileiros, que é afetada diretamente pela má qualidade do ar, por exemplo.

Podemos citar um tipo mais grave! Os “acidentes” proporcionados pelos carros nas ruas. Quantas pessoas são atropeladas , sofrem com sequelas para o resto de suas vidas? Quantas famílias perdem entes queridos todos os anos? Só em 2007 (só em 2007, hein?) foram 37,407 MORTES. Imaginem os casos que as pessoas continuam vivas, mas em cadeiras de rodas? Isso seriam acidentes? Acidentes “programados” a acontecer! O cúmulo! Como podemos chamar de acidente?

Querem exemplos? Vejam o vídeo abaixo e imaginem como seria mais fácil conviver num mundo menos carrificado.

É preciso rever nossa matriz de mobilidade! Não podemos depender exclusivamente de veículos automotores. Que eles existem e trazem certa comodidade, função, mas eles não podem nos dominar, pois é o que acontece. Somos dominados pelo carro, mas eles são apenas uma ferramenta! Precisamos rever maneiras mais éticas de mobilidade. Ética social e ambiental e econômicas!

A integração entre transportes públicos (ônibus-metrô-trêm-…), uso da bicicleta e o mais antigo de todos os modos de mobilidade, a caminhada ou pedestrianismo. Esquecemos que somos seres de dois pés! Podemos andar! Integrar é a palavra! Precisamos nos integrar mais ao nosso ambiente, seja ele natural, urbano, rural. Se nos integrarmos, poderemos visualizar estratégias menos danosas e mais saudáveis para nós e os futuros seres.